Dirce Maria Nardo David, Juliana Maria Petrin e Marli Bernini.
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Dirce, Juliana e Marli |
Manter mente e
corpo sadios parece ter se transformado em um desafio inatingível na vida moderna. Cen-trados no trabalho e no ganho especulati-vo de nossas vidas, perdemos em qualidade, atentos apenas ao agir e reagir, sem darmos atenção a atividades básicas, mas fundamentais, como descanso físico e mental, lazer e alimentação.
A máxima ‘saúde não é tudo, mas sem saúde o tudo é nada’, aparentemente sim-plista, do médico e nutrólogo Adjar Mendes, soa como um alerta para que as pessoas percebam que pouco sabem ou fazem para levar uma vida saudável, estimulante e gratificante.
Administrar a própria saúde é tarefa para todos, independentemente do status. A ausência de saúde não escolhe a pessoa. Nós a escolhemos, quando deixamos de fazer o básico: nos alimentar corretamente, prati-car exercícios físicos, dar vazão às nossas emoções.
O stress decorrente dessa ‘opção’ de vida é um amigo do excesso de peso e grande inimigo do organismo, causando desequilíbrio metabólico. Não se pode afirmar que haja um tipo específico de personalidade associado à obesidade, mas há várias características comuns: tendência a se movimentar menos, adquirir o hábito de se alimentar sem fome, simplesmente porque a comida parece apetitosa ou porque é ‘hora de comer’, caracterizando a gula; sentir-se descontrolado com relação à comida, entrando para valer na dieta ou na comilança, perdendo a integração com seu próprio corpo.
Na Terapia Ortomolecular, focamos a correção do erro metabólico do sobrepeso e da obesidade, promovendo uma reeducação alimentar e usando freqüenciais quânticos que ajudam a enfrentar o stress, a retenção de líquidos, TPM, menopausa e depressão, que muitas vezes são a causa desse excesso de peso.
Mas não adianta estar bem nutrido se não estiver bem emocionalmente. Não adianta querer emagrecer se a sua cabeça permanece gorda. É preciso identificar e trabalhar as causas e os aspectos psicológicos envolvidos, lidar com a questão do significado da obesidade, incorporar atividade física, melhorando a saúde e aumentando a qualidade de vida, e estimular hábitos alimentares mais saudáveis.
Por entendermos que a obesidade é mais do que um problema fisiológico, aliamos a Terapia Ortomolecular descrita acima com o processo da Terapia Cognitiva Comportamental; dessa forma, estamos tratando o indivíduo como um todo e não somente suas disfunções.
Dirce Maria Nardo David e Juliana Maria Petrin são psicólogas e Marli Bernini é terapeuta ortomolecular, atendendo à R. Comandante Videlmo Munhoz, 92, Anhangabaú.
Tels. 11-4523-0294 e 3446-1671.