o folclore nasceu a criatividade... A nossa história tornou-se lenda, as nossas lendas viraram mitos e os mitos... viraram jóias”. Assim a designer Rita Prossi, da Bio Brasil, apresenta a sua arte – as biojóias, peças confeccionadas com as riquezas vegetais e minerais da Amazônia, mas respeitando a natureza e com preocupação com o desenvolvimento sustentado e da comunidade local, que participa ativamente deste empreendimento.
Precursora no uso da natureza amazônica em jóias, Rita faz pesquisas e se inspira nas lendas da região para a criação de um design inovador de qualidade, usando elementos da natureza. Ao mesmo tempo, ela promove a riqueza auto-sustentável da Amazônia, com extremo respeito ao meio ambiente, trabalhando com mão-de-obra local, através de uma vasta cadeia produtiva.
“Também é realizada uma profunda pesquisa dos materiais, para verificar se o material a ser utilizado não apresentará problemas futuros no meio ambiente ou em sua utilização”, acrescenta Márcia Martinelli (9744-9827), distribuidora da marca na região de Jundiaí.
Ela avisa que acabam de ser lançadas novas linhas, novas lapidações e novos modelos nas linhas já existentes. As novas linhas são a Folha de Bananeira, com pulseiras e pingentes, e Onça Pintada, com anéis, pulseira e pingente.
A linha Tribal ganhou novos anéis (ondas) e a linha Tucumã agora tem pingente de máscara, novos anéis e colares – tudo sempre inspirado em lendas indígenas. A turquesa aparece com nova lapidação em colares, assim como as pedras em novos anéis e brincos.
As linhas Pena de Papagaio, Pena de Gavião Real e Folha de Tajá estão com novos pin-gentes, e agora há pingente e brinco fincado (de um lado só) na linha Pena de Arara. Outra novidade é um colar com pingente de cobra, que apresenta zircônia no olho e fecho. Todas as peças, vale destacar, têm certificado de garantia por tempo indeterminado.