|
|
| Homeopatia: verdade e mitos. |
Dra. Zoé Sellmer
 |
| Dra. Zoe Sellmer
(4586-2531 e 4586-1684) é médica especializada em Homeopatia |
Hipócrates (450 a.C.), o Pai da Medicina, já dizia como princípio básico de cura que “semelhante cura semelhante”. Mas essa lei sempre existiu desde tempos imemoriais e persiste intacta até hoje. Foi com base nessa lei que Hahnemann, o Pai da Homeopatia, em 1810, quando publicou seu livro base “Organon da Arte de Curar”, desenvolveu seus estudos que permanecem inalterados até hoje, mas há muita coisa ainda a ser pesquisada.
Ele nos mostrou o caminho, trabalhou e estudou até o fim de sua vida, falecendo com 88 anos, sendo sepultado com honrarias em Paris, pois até hoje, na França, a Homeopatia é vista como ciência e reconhecida nos meios acadêmicos.
Devido ao fato de a Homeopatia, fora da França, ter tido bastante dificuldade de se impor como medicina científica no decorrer desses séculos (já se passaram mais de 250 anos), e ainda pelas dificuldades técnicas e de divulgação, ela ficou cercada de mitos, que não são mitos, e sim características peculiares de uma medicina natural, curativa e baseada em leis puramente físicas e que são, portanto, imutáveis.
A Homeopatia não precisa ser modificada constantemente (como acontece com a medicina acadêmica) e, sim, deve ter continuidade nos estudos científicos, para assim ser desmistificada e ser usada com segurança, pois sua finalidade é curativa, profilática e preventiva.
Como ela foi usada quase que empiricamen-te no decorrer dos séculos, as informações se misturam e as dúvidas mais comuns dizem respeito ao modo de ação do medicamento. O medicamento age na energia vital, essa energia que nos mantém vivos e conectados com o meio ambiente e o Universo que nos cerca. Por freqüência vibratória, puramente física, o medicamento ajuda essa energia vital a nos equilibrar, eliminando os agentes invasores pelos nossos meios de eliminação – urina, fezes, secreções, tosse, diarréia, inflamações etc. –, fazendo assim a cura do organismo físico agredido.
Por isso, é comum ouvir que o tratamento é demorado. Mas não é. Normalmente, as pessoas procuram a Homeopatia como último recurso, depois de longos tratamentos (por anos, até) com outros meios terapêuticos. Portanto, quando chegam à homeopatia, ansiosos pela cura, querem respostas imediatas, como milagres.
A Homeopatia não faz milagres, ela cura! Ela dá a resposta imediata, pois como o medicamento possui uma energia física vibratória, quando as gotas ou glóbulos tocam na língua, essa informação busca a resposta imediatamente, ajudando a eliminar as toxinas existentes nos sistemas orgânicos, abrindo caminhos para a homeostase do corpo agredido. É como no computador: você dá a informação e a resposta vem quase imediatamente. E, como no computador, quando há vírus, esse vírus precisa ser eliminado para que ele volte a funcionar normalmente. O computador é regularizado sem mexer nas peças básicas do seu todo.
A Homeopatia faz isso nos seres vivos: elimina o que o está agredindo para que o equilíbrio volte, sem precisar de tratamentos agressivos, cirúrgicos, bloqueadores e supres-sores. O indivíduo aprende a ficar doente.
O medicamento, apresentado em gotas, glóbulos, pomadas e gel, não possui agentes químicos, com pe-so molecular, mas sim a informação energética da substância que está sendo usada.
Os medicamentos são feitos dos três reinos (animal, vegetal e mineral), sendo produzidos por técnicas próprias. Portanto, a farmácia deve ser aquela que segue rigidamente as normas do Conselho Regional de Farmácia, Vigilância Sanitária etc. O médico homeopata e o farmacêutico trabalham juntos; um deve conhecer o outro, para que formem um vínculo de trabalho amistoso e com resultados proveitosos para ambos.
Outro mito: por que guardar os medicamentos longe de energia elétrica, odores fortes, poeira, umidade, calor, luz? Porque o medicamento possui uma energia quântica em estado vibracional, produzido com rígidas técnicas farmacêuticas, e quaisquer destes fatores podem anular, neutralizar ou diminuir a informação armazenada no medicamento.
A Homeopatia exige um controle bastante rígido dos medicamentos, das técnicas farmacêuticas e do profissional médico também. Por isso, os medicamentos não podem também ter contato com as mãos (não se deve pegar os glóbulos), o conta-gotas não pode ter contato com os lábios ou língua, e a administração do líquido deve ser sub-lingual. O medicamento deve ser administrado longe das refeições, de escovar os dentes, e os glóbulos que caem a mais devem ser inutilizados, não podendo ser devolvidos ao recipiente. E é bom lembrar que não se deve usar nada com cânfora, pois ela anula a informação do medicamento.
A Homeopatia está ganhando terreno, sendo usada com sucesso também na veterinária, odontologia e agronomia. Ela é uma especialidade médica reconhecida pela Associação Médica Brasileira. O médico, para se especializar, depois de formado, deve fazer um curso de três anos (reconhecido pelo MEC e pela AMB) e, no final, fazer o exame para titular de especialista para estar totalmente habilitado para o exercício dessa especialidade.
Mas não termina ai: é um estudo que não termina nunca, e o profissional não pode estar alheio aos cursos, seminários, congressos, pois na Homeopatia há sempre algo para se conhecer, estudar e praticar, embora suas leis e medicamentos não mudem nunca.
A mesma Bryonia, Belladona, Nux Vomica e outros medicamentos receitados há séculos continuam os mesmos, sem precisar alterar nada em sua composição.
A Homeopatia é uma medicina infinita.
|
|
|
|
|