• O Conselho Federal de Medicina aprovou uma nor-mativa que atualiza e moderniza a prática do ato anestésico. A
Resolução de no 1.802/06 orienta todos os especialistas a fazer uma avaliação pré-anestésica, em consulta médica, antes da admissão de pacientes para procedimentos eletivos. Também lista os equipamentos básicos para a administração da anestesia e suporte cardior-respiratório, fár-macos, instrumentais e materiais. Torna obrigatórios, por exemplo, o oxí-metro de pulso e capnógrafo, dois instrumentos essenciais hoje, que não eram contemplados por normativas anteriores.
• Estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) aponta que tanto as mães quanto a indústria alimentícia podem estar cometendo erros no preparo da alimentação infantil oferecida após o sexto mês de vida. Do grupo de crianças analisadas pela pesquisa que consumiam os alimentos caseiros, 10% apresentaram desnutrição e, 60%, anemia. Segundo o estudo, as refeições caseiras, da forma como estavam sendo preparadas, proporcionavam baixo conteúdo energético e elevado teor de sal. As refeições industrializadas, apesar de maior porcentagem energética, apresentavam uma inadequada distribuição de nutrientes.
• Estudo promovido pela Organização Mundial de Saúde aponta que cerca de 20 milhões de pessoas do mundo todo estejam cegas dos dois olhos por causa da catarata. A cada ano, pelo menos 25 milhões de olhos deixam de enxergar por conta da doença. No Brasil, estima-se que pelo menos metade dos idosos sofra da doença, em que a lente do cristalino vai ficando opaca e esbranquiçada, diminuindo a visão da pessoa gradativa-mente, até ficar completamente cega.
• Metade dos trabalhadores da indústria brasileira está acima do peso ideal e 26,3% deles sofrem de hipertensão arterial. Os dados são do Perfil Epidemiológico de Fatores de Risco em Trabalhadores da Indústria, pesquisa divulgada pelo Serviço Soci-al da Indústria (Sesi). A pesquisa revela que, além dos 49,7% dos trabalhadores que apresentaram excesso de peso, 13,5% dos indus-triários são obesos. Outros 7,7% têm colesterol elevado e 2,9% são portadores de diabetes.
• A Sociedade Brasileira de Otologia e a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumato-logia lançaram a primeira etapa da Campanha Nacional de Prevenção a Quedas de Idosos. As quedas na terceira idade são as principais causas de morte acidental em pessoas com mais de 65 anos. Estima-se que 30% das pessoas acima dessa faixa etária sofrem quedas ao menos uma vez por ano no Brasil. A lesão acidental é a sexta causa de mortalidade em pessoas de 75 anos ou mais. A queda é responsável por 70% dessa mortalidade. Preocupadas com esses números, a SBO e a SBOT pretendem orientar a população para a prevenção do problema.