Tem novidade em Jundiaí, mais exatamente dentro da piscina do Centro
de Natação e Mergulho: o hidrospinning, aula de ciclismo
aquático que, além de trabalhar o condicionamento físico
e cardiovascu-lar, aumenta a força e fortalece a musculatura, principalmente
das pernas e glú-teos. E mais: em 45 minutos de pedaladas, gasta-se,
em média, 500 calorias.
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Aula de ciclismo
aquático:
condicionamento físico e cardiovascular. |
A aula, segundo Edmilson Basso, do CNM (4582-5233), que trouxe a nova
modalidade para Jundiaí, é realizada em cima de uma bike
especialmente criada para ambientes suba-quáticos. “Uma das
grandes vantagens da aula é a diminuição do risco
de lesões”, explica ele. “Por ser realizada dentro
da piscina, não existe impacto nos joelhos e articulações,
o que a torna mais segura e com muito menos restrições para
o praticante”.
O hidrospin-ning, explica Edmilson, alia a segurança e o prazer
de se exercitar na água à melhora da composição
corporal, por meio da redução do porcentual de gordura,
do aumento da massa magra e do fortalecimento do músculo cardíaco.
“A imersão do corpo em qualquer ambiente aquático
já faz com que a circulação periférica (superficial)
seja ativada somente pela pressão exercida pela água”,
ressalta. “Somada aos exercícios e pedaladas, a circulação
é favo-recida em um grau mais profundo, o que traz resultados parecidos
aos de uma massagem ou drenagem linfática”.
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Bike na água:
perda de 500 calorias em 45 minutos de pedaladas. |
Os benefícios do hi-drospinning são muitos: fortalecimento
da musculatura dos membros inferiores e superiores; perda de calor facilitada
para o meio líquido, reduzindo o desgaste térmico, ajudando
o aluno a manter intensidades elevadas durante toda aula; grande variedade
de movimentos, tornando a aula muito dinâmica, divertida e eficiente;
melhora do sistema circulatório, que é intensificado pela
pressão hidrostática; controle individualizado da intensidade,
e tendendo aos mais diferentes níveis de condicionamento físico;
baixo risco de lesões; pode ser praticado por qualquer pessoa.
Segundo Edmilson, a nova modalidade, que já é sucesso nas
cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, começou
a ser recomendada por fisioterapeutas, médicos e treinadores, com
o objetivo de aprimorar e até substituir treinos de atletas em
período de recuperação ou pa-ra buscar uma melho-ria
da performance no ciclismo de estrada, prova contra-relógio ou
mountain bike. “O hidrospinning tem se mostrado uma atividade adequada
para vários objetivos diferentes, como gestantes, obesos, pessoas
com lesões ósseas, articulares e musculares, além
de atender todos os níveis de condicionamento físico visando
à melhoria da perfor-mance”, finaliza ele.